Cuidado com os leilões falsos

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É essencial que as pessoas tenham cautela ao participar de leilões online, pois existem diferentes formas de cair em golpes, o que pode causar prejuízos significativos.

Devido a isso, é essencial permanecer alerta para evitar cair em armadilhas fraudulentas, principalmente em ambiente virtual.

Ao compreender esses indicadores e tomar as precauções necessárias, você pode resguardar seus interesses e desfrutar de uma experiência de leilão segura.

Lembre-se, um pouco de vigilância faz toda a diferença para evitar riscos potenciais e garantir um processo de arrematação tranquilo.

Diferenças Entre Leilões Reais e Falsos

Você está ciente das principais diferenças entre leilões reais e falsos?

Leilões reais são eventos legítimos em que itens (bens móveis e imóveis) são vendidos pelo maior lance, frequentemente supervisionados por leiloeiros profissionais e habilitados na Junta Comercial de cada Estado.

Esses leilões seguem regras e regulamentos rígidos para garantir a justiça e a transparência para todos os participantes.

Por outro lado, leilões falsos são projetados para enganar pessoas desavisadas, oferecendo bens que não existem ou que são mal representados.

Esses leilões fraudulentos podem usar lances falsos ou lances combinados para criar uma falsa sensação de competição entre os participantes.

Uma diferença pontual entre leilões reais e falsos é o processo de pagamento.

Em leilões reais, os vencedores são obrigados a pagar pelos itens que ganharam dentro de um prazo especificado no edital de leilão.

Por outro lado, leilões falsos podem solicitar pagamento antecipado ou fornecer instruções de pagamento vagas, tornando difícil para os compradores completar a transação com segurança.

Compreender essas distinções pode ajudá-lo a evitar cair em esquemas fraudulentos e se proteger ao participar de leilões online.

Esteja sempre atento e verifique a legitimidade de um leilão antes de fazer qualquer compra.

Principais Sinais de Alerta em Leilões Online

Reconheça os principais sinais de alerta de possíveis fraudes em leilões online para evitar cair em golpes na internet!

Ao participar de leilões online, fique atento aos vendedores que pedem pagamento fora da plataforma, geralmente via aplicativo WhatsApp.

Vendedores legítimos normalmente usam um sistema de pagamento seguro para garantir a proteção do comprador.

Outro sinal de alerta a ser observado são os preços iniciais muito baixos ou lances que parecem bons demais para ser verdade.

Leilões fraudulentos podem atrair você com preços irrealisticamente baixos para atrair mais licitantes.

Seja cauteloso com leiloeiros com feedback ruim ou limitado.

Verificar a classificação e as avaliações de um leiloeiro pode fornecer informações sobre sua credibilidade.

Se um suposto leiloeiro tiver um grande número de avaliações negativas ou uma história curta na plataforma, proceda com cautela.

A transparência é fundamental em leilões online, já que leiloeiros confiáveis ​​terão prazer em oferecer mais detalhes para garantir uma transação tranquila.

Dicas para Evitar Cair em Golpes de Leilão

Mantenha-se à frente de possíveis golpes de leilão implementando essas dicas essenciais para evitar se tornar vítima de esquemas fraudulentos.

Principais Sinais de Alerta em Leilões Online

Primeiramente, sempre pesquise o site de leilões ou a empresa antes de participar.

Procure por avaliações, classificações e quaisquer golpes relatados para avaliar sua confiabilidade.

Em segundo lugar, tenha cautela com ofertas que parecem boas demais para ser verdade.

Golpistas frequentemente atraem vítimas com preços incrivelmente baixos para estimular lances impulsivos.

Terceiro, nunca envie dinheiro por transferência bancária ou forneça informações pessoais a vendedores não verificados e não cadastrados na Junta Comercial do Estado em que o leilão está sendo realizado. Plataformas de leilão legítimas possuem métodos de pagamento seguros e protegem seus dados.

Se algo parecer estranho ou suspeito durante o processo de leilão, pause e reavalie antes de prosseguir.

Ao permanecer vigilante e seguir essas diretrizes, você pode reduzir significativamente o risco de cair em golpes de leilão e se proteger contra perdas financeiras.

Conclusão

Concluindo, leilões falsos representam um risco crescente na era digital, onde a facilidade de acesso a plataformas online muitas vezes esconde armadilhas perigosas.

Manter-se informado e atento é fundamental para evitar cair em golpes que podem resultar em perdas financeiras significativas.

Ao observar sinais de alerta, como ofertas que parecem boas demais para ser verdade, e ao verificar a autenticidade das plataformas de leilão, você pode proteger seu patrimônio e garantir uma experiência segura ao participar de leilões online.

Qual o perfil dos compradores de leilões em 2024

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Ao navegar pelo cenário dos compradores de leilões em 2024, você se depara com uma variedade de indivíduos com preferências e motivações distintas.

Mas o que realmente diferencia esses compradores em 2024?

Confira tudo a respeito neste artigo para desvendar as camadas sutis desse grupo em evolução.

Mercado de Leilões em 2024

Em 2024, o mercado de leilões passa por uma transformação significativa, impulsionada por avanços tecnológicos, mudanças nas preferências dos consumidores e maior integração com o mercado digital.

Os avanços tecnológicos remodelaram a forma como os leilões são conduzidos, com plataformas de lances online se tornando cada vez mais populares.

Essas plataformas oferecem conveniência, acessibilidade e alcance global, atraindo uma nova onda de arrematantes que preferem a experiência digital.

Como resultado, as casas de leilão tradicionais estão ajustando suas estratégias para acolher essa mudança digital, melhorando a experiência geral do leilão para compradores e vendedores.

Além disso, a integração de inteligência artificial e análise de dados nos processos de leilão está otimizando estratégias de precificação, prevendo tendências de mercado e personalizando recomendações para os participantes.

Essa abordagem orientada por dados não somente aumenta a eficiência, mas também melhora a transparência e a confiança dentro do ecossistema de leilões.

Qual o perfil dos compradores de leilões?

Qual o perfil dos compradores de leilões

No final de 2023, uma pesquisa conduzida pela plataforma “Zuk” revelou o perfil dos compradores em leilões online de imóveis. A maioria desses compradores são pessoas físicas, representando 86% do total, em comparação com 14% de pessoas jurídicas.

Além disso, os dados mostram que 78% dos compradores são homens. Essas descobertas destacam a crescente participação do público individual nesse mercado.

De acordo com o levantamento da empresa especializada em leilões, 36% dos compradores tinham de 30 a 40 anos e 33% de 41 e 50 anos. Outros 16% tinham de 51 a 60 anos e os 15% restantes, a partir de 61 anos.

As profissões com mais participantes dos leilões foram as de empresários, advogados, engenheiros e comerciantes. Já o volume de vendas ficou concentrado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

O estudo apontou ainda que 46% dos clientes são casados, 36% solteiros, 13% divorciados, 5% apresentam união estável e 1% viúvos.

Características Gerais dos Compradores de Leilões

As características dos compradores em leilões de 2024 refletem um perfil sofisticado, variado e tecnologicamente engajado, enfatizando exclusividade, sustentabilidade e preferências de investimento.

Esses compradores são atraídos por experiências de compra únicas que se alinham com seu estilo de vida e interesses, abrangendo tanto ativos físicos quanto digitais.

Nesta era, os compradores em leilões estão aproveitando tecnologias avançadas para participar dos processos de lances de forma fácil e eficiente.

A integração de ferramentas impulsionadas por IA e tecnologia blockchain transformou o cenário de leilões, proporcionando aos compradores maior transparência e segurança.

Essa abordagem tecnológica atrai o comprador moderno que valoriza a inovação e a conveniência em sua jornada de compra.

A diversificação das ofertas em leilões atende aos gostos variados dos compradores, permitindo que investiguem uma ampla gama de colecionáveis, obras de arte, imóveis e ativos digitais.

Essa variedade de opções contribui para um ambiente de leilão dinâmico e envolvente que ressoa com os interesses multifacetados dos compradores em 2024.

Conclusão

Para resumir, o perfil dos compradores de leilão em 2024 reflete uma demografia diversificada e tecnológica.

Com tecnologias avançadas aprimorando a experiência de lances e oferecendo uma ampla gama de opções, o mercado de leilões em 2024 atende a um perfil de comprador dinâmico e multifacetado.

Imóveis de leilão: Responsável pelo pagamento dos débitos de condomínio e de IPTU

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Ao adquirir um imóvel em leilão, surgem diversas dúvidas sobre as responsabilidades que acompanham a compra, especialmente em relação aos débitos pendentes.

Entre as principais questões, destaca-se a obrigação pelo pagamento de dívidas de condomínio e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Estes encargos, muitas vezes acumulados pelos antigos proprietários, podem gerar confusão sobre quem deve arcar com os valores devidos.

Neste artigo, esclarecemos quem é o responsável por esses débitos quando o imóvel é arrematado em leilão, abordando as implicações legais e financeiras para o comprador.

Entendendo as Regras do Leilão de Imóveis

Entendendo as Regras do Leilão de Imóveis

Os leilões de imóveis são oportunidades atraentes para adquirir propriedades a preços abaixo do mercado.

No entanto, é essencial entender as regras que regem essas transações para evitar surpresas desagradáveis.

Em um leilão, os imóveis podem ser vendidos por diversos motivos, como inadimplência de financiamento, execuções extrajudiciais ou falta de pagamento de tributos.

Antes de participar, é fundamental que os interessados conheçam os detalhes do processo, incluindo a forma de pagamento, prazos para quitação, e, principalmente, as responsabilidades sobre eventuais dívidas pendentes, como taxas de condomínio e IPTU.

Conhecer essas regras ajuda a garantir uma compra segura e evitar complicações legais e financeiras futuras.

Quem é o responsável pelo pagamento dos débitos de condomínio e de IPTU de imóveis em leilão?

Quem é o responsável pelos débitos do imóvel no intervalo de tempo entre a aquisição do imóvel (arrematação) até o efetivo ingresso no mesmo (imissão na posse)?

Em outras palavras, quem paga as contas do imóvel, especialmente as taxas condominiais e o IPTU, até que o novo proprietário consiga definitivamente obter a posse plena do imóvel?

Após a arrematação do imóvel, a imissão na posse não é imediata, já que condicionada a algumas etapas jurídicas que tem em sua duração determinado grau de imprevisibilidade a depender de uma série de fatores, tais como:

  1. a situação de cada processo;
  2. a Vara em que a ação judicial tramita;
  3. a experiência e diligência do advogado que patrocina o interesse do arrematante.

Há quem defenda a tese de que a cobrança das taxas condominiais, por terem natureza propter rem, isto é, decorrente da titularidade da coisa, possuí caráter de acessoriedade, logo, acompanhando o imóvel em todas as suas mudanças.

Segundo este pensamento, as despesas de condomínio seguem o imóvel em caso de alienação, adjudicação ou arrematação, impondo a transferência ao novo adquirente da responsabilidade pelos débitos vencidos e vincendos, e, especialmente, se o arrematante estiver ciente da dívida através do edital de praça ou do auto de arrematação.

Deste modo, por terem natureza propter rem, são de responsabilidade do arrematante todas aquelas constituídas após a arrematação, independentemente do momento de imissão na posse ou de formalização da propriedade perante o Registro de Imóveis.

Nesta lógica, o arrematante seria responsável pelo pagamento dos débitos, ainda que estes sejam relativos ao período anterior à sua imissão na posse.

Todavia, havendo débitos de condomínio e impostos incidentes sobre o imóvel arrematado, é indispensável que estes estejam mencionados no edital de venda, pois, do contrário, não poderão ser atribuídos ao arrematante.

Em recente decisão, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisou este cenário no julgamento do Recurso Especial nº 1.297.672/SP, tendo como relatora a Min. Nancy Andrighi, restando decidido o seguinte:

 

“A responsabilização do arrematante por eventuais encargos omitidos no edital de praça é incompatível com os princípios da segurança jurídica e da proteção da confiança.”

 

Assim, o arrematante não pode ser surpreendido com encargos ou débitos não previstos no edital, atribuindo-lhe a responsabilidade pelo pagamento de cotas condominiais anteriores a arrematação.

A mesma situação acontece se existente débito fiscal incidente sobre o imóvel, quando o produto da venda servirá para quitar o crédito tributário, eis que tal situação está prevista em lei (artigo 130, § único, do Código Tributário Nacional):

Tal situação acarreta maior segurança e certeza na aquisição de imóveis através de venda judicial, tornando essa hipótese interessante do ponto de vista do investidor, já que eventuais dívidas do imóvel deverão estar expressamente referidas no edital de venda, sob pena de não serem atribuídas ao respectivo adquirente.

A norma em questão isenta o arrematante do bem de arcar com os tributos devidos pelo executado/devedor.

No caso de arrematação em hasta pública, o crédito tributário sub-rogasse no valor do arremate vencedor.

Segundo dispõe o parágrafo único do art. 130 do CTN, no caso de arrematação em hasta pública, a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço.

Os impostos são devidos, a cargo do arrematante, a partir da data em que o auto de arrematação for expedido, sendo que os débitos acusados anteriormente não o obrigam.

A regra do art. 130, parágrafo único, do CTN, não afasta a responsabilidade do arrematante no que se refere aos débitos de IPTU e de condomínio posteriores à data da arrematação, ainda que postergada a imissão na posse do imóvel.

Este é o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferido no Recurso Especial (RE) n° 1921489 – RJ.

Assim, havendo expressa menção no edital de hasta pública nesse sentido, a responsabilidade pelo adimplemento dos débitos tributários que recaiam sobre o bem imóvel é do arrematante (STJ, AgRg no AREsp 248.454/SP, Rel. Ministro Arnaldo Esteves Lima, Primeira Turma, DJe de 12/09/2013).

Tratando-se de arrematação judicial, que é modo originário de aquisição da propriedade, deve o imóvel arrematado ser passado ao arrematante livre de qualquer ônus e dívidas que incidam sobre o imóvel.

Portanto, o arrematante não está obrigado a pagar os tributos e as taxas condominiais devidas pelo executado até a data de expedição do auto de arrematação, uma vez que o preço depositado responde pelos tributos devidos e pelas dívidas condominiais.

Dicas para Evitar Surpresas com Dívidas em Imóveis de Leilão

Adquirir um imóvel em leilão pode ser uma excelente oportunidade, mas também traz riscos, especialmente com relação às taxas de condomínio e de IPTU.

Para evitar surpresas desagradáveis, é crucial realizar uma investigação detalhada antes de dar o lance.

Primeiramente, consulte o edital do leilão, que deve listar todas as informações relevantes sobre o imóvel, incluindo possíveis encargos.

Além disso, é aconselhável verificar a matrícula do imóvel no cartório de registro de imóveis para identificar qualquer ônus ou restrição.

Não deixe de consultar o síndico do condomínio e a prefeitura local para confirmar a existência de débitos.

Por fim, considere a possibilidade de consultar um advogado especializado em direito imobiliário para orientações adicionais.

Esses cuidados ajudam a minimizar os riscos e garantem uma transação mais segura.

Conclusão

Ao adquirir um imóvel em leilão, é essencial estar ciente das possíveis responsabilidades financeiras que podem recair sobre o comprador, como dívidas de condomínio e IPTU.

Compreender as regras que regem os leilões e realizar uma investigação detalhada sobre o histórico do imóvel são passos fundamentais para evitar surpresas desagradáveis.

Apesar dos riscos, a compra em leilão pode ser uma oportunidade valiosa de investimento, desde que realizada com cautela e preparação adequada.

Ao seguir as orientações apresentadas, como verificar o edital, consultar o registro do imóvel e buscar aconselhamento jurídico, os interessados podem tomar decisões mais informadas e garantir uma aquisição tranquila e segura.

Arrematar imóvel em leilão

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Arrematar um imóvel em leilão é uma estratégia inteligente e lucrativa, seja você uma pessoa física buscando uma nova casa ou um investidor à procura de oportunidades rentáveis.

A dinâmica dos leilões imobiliários oferece vantagens significativas tanto para indivíduos quanto para empresas, cada um com seus próprios benefícios fiscais e estratégias específicas.

Para pessoas físicas, uma das principais vantagens está na tributação sobre o ganho de capital (GCAP), que incide progressivamente no Imposto de Renda.

A escolha da melhor forma de arrematação depende de diversos fatores e pode parecer desafiadora.

É aqui que a expertise da Sharx Leilões se torna essencial, garantindo que você tenha a melhor estratégia para investir com segurança e maximizar seus ganhos.

Quer saber mais sobre como aproveitar essas oportunidades?

Acompanhe esse artigo para dicas e insights exclusivos!

Tributação para Pessoas Físicas e Jurídicas: Entenda as Vantagens

Arrematar um imóvel em leilão oferece diferentes vantagens tributárias para pessoas físicas e jurídicas.

Para pessoas físicas, a tributação sobre o ganho de capital é progressiva, o que pode resultar em uma carga tributária menor comparada a outras formas de aquisição de imóveis.

A alíquota inicial de 15% sobre a diferença entre o valor de compra e o valor de venda torna esse processo atraente, especialmente para aqueles que planejam revender o imóvel a curto ou médio prazo.

Já para pessoas jurídicas, a tributação pode ser mais complexa, mas também há oportunidades significativas de otimização fiscal.

Empresas que atuam no setor imobiliário podem se beneficiar de alíquotas reduzidas, dependendo da classificação do imóvel e do regime tributário da empresa.

Assim, tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem encontrar maneiras de minimizar sua carga tributária e maximizar os benefícios financeiros ao participar de leilões imobiliários.

Especificidades Tributárias para Pessoas Jurídicas

As especificidades tributárias para pessoas jurídicas ao arrematar imóveis em leilão são diversas e variam conforme o regime de tributação da empresa.

Especificidades Tributárias para Pessoas Jurídicas

Empresas no regime de lucro presumido, por exemplo, enfrentam uma carga tributária considerável se não possuírem atividades imobiliárias em seu objeto social, podendo pagar até 34% de imposto sobre o ganho de capital.

No entanto, se a empresa atua no setor imobiliário e o imóvel arrematado for classificado como ativo circulante, a alíquota efetiva pode ser significativamente reduzida, para cerca de 6,73%.

Para empresas no Simples Nacional, a alíquota varia conforme a atividade cadastrada, indo de 4% a 19%.

A escolha correta do regime tributário e a compreensão das regras específicas de cada classificação podem resultar em economias substanciais e maior rentabilidade.

Portanto, é essencial que empresas busquem assessoria especializada para navegar por essas complexidades e garantir a melhor estratégia tributária ao participar de leilões.

Como a Classificação do Imóvel Afeta a Tributação na Pessoa Jurídica

A classificação do imóvel dentro do balanço patrimonial da empresa é crucial para determinar a carga tributária aplicável.

Imóveis classificados como ativo circulante, ou seja, aqueles destinados à venda no curso normal dos negócios, podem se beneficiar de uma tributação mais favorável.

Por exemplo, empresas do setor imobiliário podem aplicar uma alíquota efetiva de aproximadamente 6,73% sobre a receita da operação, desde que o imóvel esteja devidamente classificado como ativo circulante.

Em contrapartida, imóveis classificados como ativo não circulante, que são mantidos para uso próprio ou aluguel, estão sujeitos a uma tributação mais alta, com alíquotas que podem alcançar até 34%, incluindo imposto de renda e contribuição social.

Essa diferença substancial nas alíquotas torna imperativo que empresas revisem cuidadosamente suas classificações de ativos antes de arrematar imóveis em leilão.

Decisões informadas sobre a classificação dos imóveis podem resultar em significativas economias tributárias e otimização do investimento.

Diferenças de Tributação entre Pessoa Física e Jurídica em Leilões de Imóveis

As diferenças de tributação entre pessoas físicas e jurídicas ao arrematar imóveis em leilão são marcantes e podem influenciar decisivamente a estratégia de compra.

Para pessoas físicas, a tributação é relativamente simples, com uma alíquota de 15% sobre o ganho de capital, definida como a diferença entre o valor de compra e o de venda do imóvel.

Esse método de cálculo é direto e muitas vezes resulta em uma carga tributária menor, especialmente para aqueles que conseguem negociar preços de compra favoráveis.

Em contraste, para pessoas jurídicas, a tributação pode ser mais complexa e variar significativamente dependendo do regime tributário e da classificação do imóvel.

Empresas no regime de lucro presumido enfrentam alíquotas mais altas, a menos que atuem no setor imobiliário e possam classificar o imóvel como ativo circulante.

Além disso, empresas no Simples Nacional devem considerar a atividade econômica registrada para determinar a alíquota aplicável, que pode variar amplamente.

Essas diferenças tornam essencial a análise cuidadosa das implicações tributárias antes de arrematar imóveis em leilão.

Conclusão

Arrematar um imóvel em leilão oferece oportunidades únicas tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, proporcionando vantagens financeiras significativas.

Para pessoas físicas, a tributação simplificada sobre o ganho de capital torna o processo atrativo e potencialmente lucrativo.

Já para empresas, compreender as complexidades tributárias e a correta classificação dos imóveis pode resultar em uma carga tributária otimizada e maior rentabilidade.

Independentemente do perfil do arrematante, é crucial estar bem informado e contar com assessoria especializada para maximizar os benefícios e evitar surpresas desagradáveis.

Com a estratégia certa, leilões imobiliários podem ser uma excelente maneira de diversificar investimentos e alcançar objetivos financeiros.

Os 3 maiores erros de arrematantes em leilões extrajudiciais

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Arrematar um bem em leilões extrajudiciais pode ser uma excelente oportunidade de investimento.

No entanto, é essencial evitar certos erros comuns que podem transformar essa experiência em um pesadelo financeiro.

Entender os principais deslizes cometidos nesses eventos é crucial para fazer um bom negócio e evitar armadilhas financeiras.

O que são leilões extrajudiciais?

Leilões extrajudiciais são eventos de venda pública de bens realizados fora do âmbito judicial.

O que são leilões extrajudiciais

Diferente dos leilões judiciais, que ocorrem sob a supervisão de um juiz para liquidar ativos em situações como falências ou execuções de dívidas, os leilões extrajudiciais são promovidos por instituições financeiras, empresas e particulares.

Esses leilões podem envolver uma variedade de bens, incluindo imóveis, veículos e outros ativos, e são regidos por normas específicas definidas por quem promove o leilão.

Os 3 maiores erros de arrematantes em leilões extrajudiciais

Durante os leilões extrajudiciais é essencial evitar certos erros comuns que podem transformar essa experiência em um pesadelo financeiro.

Abaixo, confira mais sobre o assunto!

Falta de Pesquisa Adequada

Avaliação do Bem

Um dos erros mais graves é não realizar uma avaliação minuciosa do bem.

Muitos arrematantes confiam apenas nas informações fornecidas pelo leiloeiro, sem investigar o estado real do imóvel ou veículo.

Isso pode resultar em surpresas desagradáveis, como problemas estruturais, dívidas associadas ou até mesmo pendências judiciais.

Uma visita ao local (caso o imóvel esteja desocupado) e a consulta a profissionais especializados são passos fundamentais para garantir um investimento seguro.

Condições de Pagamento

Outro aspecto frequentemente negligenciado é a leitura atenta das condições de pagamento.

Cada leilão possui suas próprias regras quanto aos prazos e formas de pagamento.

Ignorar esses detalhes pode levar a multas, perda do sinal ou até mesmo à anulação da arrematação.

É crucial compreender todas as exigências financeiras e estar preparado para cumpri-las rigorosamente.

Falta de Planejamento Financeiro

Cálculo dos Custos Totais

Muitos arrematantes cometem o erro de focar apenas no valor do lance, sem considerar os custos adicionais.

Taxas de leiloeiro, impostos, custos de transferência e eventuais reformas são despesas que podem aumentar significativamente o valor final do investimento.

A falta de um planejamento financeiro detalhado pode comprometer a viabilidade do negócio.

Disponibilidade de Recursos

Além dos custos previstos, é importante ter uma reserva financeira para imprevistos.

Problemas ocultos ou atrasos burocráticos podem exigir desembolsos adicionais.

Garantir que há recursos suficientes para cobrir todas as eventualidades é uma prática prudente para evitar complicações futuras.

Desconhecimento das Normas e Procedimentos

Leitura do Edital

O edital é o documento que rege o leilão e especifica todas as condições e responsabilidades dos arrematantes.

Não ler ou interpretar corretamente este documento é um erro comum que pode resultar em descumprimento das normas e, consequentemente, em prejuízos financeiros.

É recomendável dedicar tempo à leitura atenta do edital e, se necessário, consultar um advogado especializado.

Regularização do Bem

Após a arrematação, a regularização do bem é um processo que envolve diversos trâmites burocráticos.

Muitos arrematantes não se informam adequadamente sobre os procedimentos necessários para transferir a propriedade e regularizar a situação do bem.

Essa falta de conhecimento pode atrasar a posse e uso do imóvel ou veículo, além de gerar custos adicionais inesperados.

Evitar esses erros requer atenção aos detalhes, planejamento e, principalmente, conhecimento das regras e procedimentos envolvidos nos leilões extrajudiciais.

Conclusão

Compreender o funcionamento dos leilões extrajudiciais e os erros comuns cometidos pelos arrematantes é fundamental para qualquer pessoa interessada em participar desses eventos.

A falta de pesquisa adequada, planejamento financeiro insuficiente e desconhecimento das normas e procedimentos são deslizes que podem transformar uma oportunidade de investimento em um grande prejuízo.

Para garantir sucesso nos leilões extrajudiciais, é imprescindível que os participantes se preparem cuidadosamente, avaliem detalhadamente os bens e estejam cientes de todas as exigências envolvidas no processo de arrematação e regularização dos ativos adquiridos.

Leilões da Caixa Econômica Federal

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Com um vasto portfólio de propriedades, incluindo casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais, a Caixa oferece leilões que são acessíveis tanto para investidores experientes quanto para compradores iniciantes.

Neste guia, você entenderá como funcionam os leilões da Caixa Econômica Federal, os passos necessários para participar e as melhores estratégias para garantir uma compra bem-sucedida e muito mais!

Entenda sobre Leilões da Caixa Econômica Federal

Os leilões extrajudiciais promovidos pela Caixa Econômica Federal são eventos nos quais bens, como imóveis e veículos, são colocados à venda para o público em geral.

Aqui está uma explicação sobre como esses leilões funcionam:

  • Origem dos Bens: Os bens leiloados pela Caixa Econômica Federal geralmente são oriundos de processos de retomada de garantia de créditos não pagos, como financiamentos imobiliários.
  • Divulgação: A Caixa divulga amplamente os leilões em seu site oficial, em agências físicas e por meio de parceiros especializados em leilões. As informações incluem os tipos de bens disponíveis, datas, locais e regras para participação.
  • Cadastro e Habilitação: Para participar do leilão, os interessados geralmente precisam se cadastrar antecipadamente no site da Caixa ou no local do leilão. É comum também a exigência de habilitação, que pode incluir a apresentação de documentos pessoais e comprovação de capacidade financeira para arrematar os bens.
  • Vistoria dos Bens: Antes do leilão, recomenda-se a visitação do imóvel a ser leiloado, caso esteja desocupado, permitindo que os interessados constatem seu estado de conservação, documentação e demais características relevantes.
  • Lance e Arrematação: No dia do leilão, os participantes fazem lances nos bens de seu interesse. O lance mais alto dentro das condições estabelecidas pelo leiloeiro é considerado o vencedor. Esse processo pode ser presencial ou online, dependendo das regras específicas de cada leilão.
  • Pagamento e Transferência: O arrematante deve realizar o pagamento do valor arrematado dentro do prazo estabelecido pela Caixa. Após a quitação, a instituição providencia a transferência da propriedade do bem para o novo proprietário.
  • Regularização Documental: É importante ressaltar que, após a arrematação, o novo proprietário é responsável por regularizar a documentação do bem, como registro imobiliário para imóveis e transferência de propriedade para veículos.

Esses são os passos básicos que envolvem os leilões extrajudiciais promovidos pela Caixa Econômica Federal.

É fundamental que os interessados estejam atentos às regras e procedimentos específicos de cada leilão, garantindo uma participação segura e bem-sucedida.

Entenda sobre Leilões da Caixa Econômica Federal

Tipos de Leilões

Aqui está uma visão detalhada de como os leilões da Caixa Econômica Federal operam.

Leilões Presenciais

Os leilões presenciais da Caixa Econômica Federal são eventos realizados em locais físicos específicos, onde os participantes devem comparecer pessoalmente para dar seus lances e tentar arrematar imóveis ou bens.

Esses leilões seguem um protocolo estabelecido e são conduzidos por um leiloeiro oficial.

Leilões Online

Os leilões online da Caixa Econômica Federal oferecem a conveniência de participar de um leilão sem a necessidade de comparecer fisicamente ao local.

Utilizando plataformas digitais, esses leilões permitem que participantes de qualquer lugar possam dar lances pela internet.

Processo de Participação em um Leilão da Caixa Econômica Federal

Participar de um leilão da Caixa Econômica Federal requer seguir uma série de etapas bem definidas, tanto para leilões presenciais quanto online.

Abaixo, confira o processo de participação:

  • Listagem dos Bens
  • Visita aos Imóveis (caso estejam desocupados)
  • Registro
  • Depósito de Caução
  • Participação no Leilão
  • Pós-Leilão

Participar de leilões da Caixa Econômica Federal pode ser uma excelente oportunidade de investimento, mas exige preparação e conhecimento para garantir que a aquisição seja vantajosa e segura.

Conclusão

Em resumo, os leilões da Caixa Econômica Federal são uma excelente oportunidade para adquirir imóveis a preços vantajosos.

Com um amplo portfólio de opções, incluindo casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais, esses leilões são acessíveis tanto para investidores experientes quanto para compradores iniciantes.

Seguindo as orientações deste guia, você estará preparado para entender o funcionamento dos leilões, os passos para participar e garantir uma compra bem-sucedida.

Aproveite essa oportunidade única e faça um bom negócio com os leilões da Caixa Econômica Federal.

Como funcionam os leilões judiciais na prática

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Os leilões judiciais têm se mostrado uma ferramenta eficaz e vantajosa no mercado de compra e venda de bens.

Regulados e supervisionados pelo poder judiciário, esses leilões oferecem uma série de benefícios que vão desde a transparência do processo até a oportunidade de adquirir ativos a preços mais baixos que os praticados no mercado convencional.

Em um cenário onde a busca por boas oportunidades de investimento é constante, entender por que os leilões judiciais se destacam na prática pode fazer a diferença para compradores, investidores e credores.

Neste artigo, exploraremos os principais motivos que tornam os leilões judiciais uma opção atrativa e segura, destacando suas vantagens e a forma como contribuem para a economia e o cumprimento das obrigações legais.

Compreenda tudo abaixo!

Como funcionam os leilões judiciais na prática?

Os leilões judiciais são realizados quando há a necessidade de vender um certo bem para satisfazer uma dívida ou cumprir uma determinação legal.

Eles funcionam da seguinte maneira na prática:

  • Determinação Judicial: O leilão judicial é ordenado por um juiz em casos como execução de dívidas, partilha de bens em processos de divórcio, falência, entre outros.
  • Avaliação do Bem: Antes do leilão, o bem a ser leiloado é avaliado por um perito nomeado pelo juiz de direito para determinar o seu valor de mercado.
  • Publicidade: A realização do leilão é divulgada em jornais, sites especializados em leilões judiciais e no Diário Oficial da Justiça, para que os interessados possam tomar ciência e participar.
  • Cadastro e Habilitação: Os interessados em participar do leilão devem se cadastrar e apresentar a documentação necessária para comprovar sua capacidade financeira.
  • Lance: No dia do leilão, os participantes podem fazer lances presencialmente ou pela internet, dependendo das regras estabelecidas pelo leiloeiro.
  • Arrematação: O bem é arrematado pelo participante que oferecer o maior lance, respeitando o valor mínimo estabelecido pela avaliação do perito.
  • Pagamento: O arrematante deve efetuar o pagamento do valor do lance via depósito judicial, além da comissão do leiloeiro, em um prazo determinado pelo edital do leilão.
  • Transferência de Propriedade: Após o pagamento, a propriedade do bem é transferida para o arrematante, que passa a ser o novo dono legal do imóvel.

É importante destacar que o processo de leilão judicial segue regras específicas estabelecidas pela legislação pelo Poder Judiciário, visando garantir a transparência e a legalidade do processo.

Preciso de um advogado para participar de um leilão judicial?

Preciso de um advogado para participar de um leilão judicial

 

Sim, é altamente recomendável ter o apoio de um advogado especialista na área ao participar de um leilão judicial. Existem várias razões para isso:

  • Interpretação das Normas: Um advogado compreende as leis e normas relacionadas aos leilões judiciais, ajudando você a entender seus direitos e obrigações durante o processo.
  • Análise Documental: O advogado pode revisar todos os documentos relacionados ao leilão, como edital, auto de arrematação e condições de pagamento, para garantir que tudo esteja em conformidade com a lei e proteger seus interesses.
  • Negociação: Em algumas situações, é possível negociar condições mais favoráveis durante o processo de arrematação. Um advogado pode ajudar a negociar termos melhores ou a resolver eventuais questões legais que possam surgir.
  • Proteção dos Direitos: O advogado atua como seu representante legal, protegendo seus direitos e interesses durante todo o processo de leilão, incluindo o cumprimento das obrigações financeiras após a arrematação.
  • Resolução de Problemas: Caso surjam problemas ou litígio durante ou após o leilão, um advogado estará preparado para lidar com essas questões e buscar soluções adequadas.

Portanto, é aconselhável buscar o auxílio de um advogado especializado para orientá-lo e representá-lo de forma eficaz durante um leilão judicial.

Quais as diferenças básicas e as vantagens dos leilões judiciais e extrajudiciais?

Os leilões judiciais e extrajudiciais têm algumas diferenças básicas e vantagens distintas:

Natureza Legal:

  • Leilão Judicial: É realizado sob a supervisão de um tribunal com o objetivo de vender bens de um devedor para pagar dívidas.
  • Leilão Extrajudicial: Não está vinculado a um processo judicial e pode ser conduzido por instituições financeiras, agências governamentais ou empresas privadas.

Procedimentos e Regras:

  • Leilão Judicial: Segue procedimentos legais específicos, incluindo notificações formais, prazos e regras estabelecidas pelo tribunal.
  • Leilão Extrajudicial: Tem mais flexibilidade nas regras e procedimentos, dependendo das políticas da instituição ou organização que está conduzindo o leilão.

Custos e Tempo:

  • Leilão Judicial: Pode envolver custos legais e pode levar mais tempo devido aos processos judiciais.
  • Leilão Extrajudicial: Geralmente tem custos mais baixos e pode ser concluído mais rapidamente, pois não está sujeito aos trâmites legais complexos dos processos judiciais.

Transparência e Disputas:

  • Leilão Judicial: Geralmente oferece um nível mais alto de transparência devido à supervisão judicial e pode lidar com disputas legais de forma mais direta.
  • Leilão Extrajudicial: Pode ser mais flexível para resolver disputas antes do leilão ou durante o processo, mas pode ter menos supervisão externa em comparação com os leilões judiciais.

Tipos de Bens:

  • Leilão Judicial: Normalmente envolve a venda de bens relacionados a processos legais, como propriedades de devedores em casos de execução fiscal ou falência.
  • Leilão Extrajudicial: Pode abranger uma variedade mais ampla de bens, incluindo imóveis, veículos, máquinas, equipamentos, entre outros, dependendo da finalidade do leilão e da entidade que o conduz.

As vantagens de cada tipo de leilão podem variar dependendo da situação específica, das leis locais e das necessidades das partes envolvidas.

Os leilões judiciais oferecem uma estrutura legal mais sólida e proteção contra disputas, enquanto os leilões extrajudiciais são geralmente mais rápidos e menos dispendiosos em termos de custos processuais.

5 dicas que você não pode ignorar antes de participar de leilões judiciais

Aqui estão 5 dicas importantes para arrematantes de imóveis antes de participar de leilões judiciais:

Pesquisa Prévia

Antes de participar de um leilão judicial, faça uma pesquisa abrangente sobre o imóvel em questão.

Verifique seu estado físico (se possível), pendências legais, dívidas associadas, situação jurídica atual e quaisquer restrições que possam existir.

Isso ajudará você a avaliar o verdadeiro valor do imóvel e a evitar surpresas desagradáveis após a arrematação.

Avaliação Profissional

Considere contratar um avaliador imobiliário profissional para avaliar o imóvel antes do leilão.

Uma avaliação detalhada ajudará a determinar um lance adequado com base no valor de mercado real do imóvel, considerando sua condição, localização e outras variáveis relevantes.

Financiamento Antecipado

Certifique-se de ter financiamento pré-aprovado ou recursos financeiros disponíveis para pagar pelo imóvel arrematado no leilão.

Muitas vezes, é necessário fazer um depósito em dinheiro ou oferecer uma garantia para participar do leilão judicial, então esteja preparado financeiramente para cumprir com as exigências.

Entendimento das Regras do Leilão

Familiarize-se completamente com as regras e procedimentos do leilão judicial em que pretende participar.

Isso inclui entender os requisitos de registro, pagamento, prazos, responsabilidades do arrematante e possíveis custos adicionais associados à arrematação, como taxas judiciais e comissão do leiloeiro.

Acompanhamento do Processo Judicial

Esteja ciente do andamento do processo judicial relacionado ao imóvel. Isso pode incluir a compreensão das etapas do processo, como a designação do leilão, a homologação do lance vencedor pelo juiz, a entrega da posse do imóvel e outros aspectos legais relevantes.

Manter-se informado sobre o contexto judicial ajudará a evitar surpresas ou complicações no momento da arrematação.

Seguindo essas dicas, você estará mais bem preparado para participar de leilões judiciais de imóveis de forma consciente e assertiva, minimizando riscos e maximizando as oportunidades.

Entendendo os leilões extrajudiciais de imóveis

Os leilões extrajudiciais são realizados fora do âmbito judicial, ou seja, não são coordenados pelo Poder Judiciário.

Eles geralmente ocorrem em situações como execução de garantias em contratos, liquidação de bens de instituições financeiras ou empresas em dificuldades financeiras, entre outros casos.

Abaixo temos uma visão geral de como essa modalidade de leilões acontece:

  • Acordo Prévio: Antes do leilão, há um acordo prévio entre o devedor e o credor sobre as condições da venda, o valor mínimo aceitável pelo bem e outros detalhes relevantes.
  • Publicidade: O leilão é amplamente divulgado para atrair potenciais compradores. Isso pode ser feito por meio de anúncios em jornais, sites especializados em leilões, redes sociais, entre outros meios.
  • Avaliação do Bem: O bem a ser leiloado é avaliado para determinar seu valor de mercado. Isso pode ser feito por profissionais especializados, como avaliadores de imóveis, veículos, entre outros.
  • Realização do Leilão: No dia do leilão, os potenciais compradores se reúnem no local designado ou acessam a plataforma do leiloeiro responsável. O leiloeiro conduz o evento, apresentando os bens disponíveis para venda e aceitando lances dos interessados.
  • Lance Vencedor: O lance mais alto que atenda ou supere o valor mínimo estabelecido durante o acordo prévio é considerado o vencedor. O comprador vencedor geralmente precisa pagar um sinal imediatamente após a aceitação do lance.
  • Transferência de Propriedade: Após o pagamento integral do valor do bem, ocorre a transferência legal da propriedade do vendedor para o comprador. Isso pode envolver a assinatura de documentos legais e o registro da transferência em órgãos competentes, dependendo do tipo de bem e das leis locais.
  • Liquidação da Dívida: O valor arrecadado com o leilão é usado para liquidar a dívida do devedor com o credor. Qualquer valor remanescente, se houver, pode ser devolvido ao devedor ou utilizado para outros fins, conforme acordado previamente.

Esses são os passos básicos de como acontecem os leilões extrajudiciais.

Conclusão

Os leilões de imóveis oferecem uma série de vantagens que os tornam uma opção atraente para compradores e investidores.

Primeiramente, a possibilidade de adquirir propriedades a preços abaixo do mercado é um dos principais atrativos, permitindo economias significativas.

O processo de leilão é transparente e ágil, proporcionando uma negociação direta e eficiente.

Outra vantagem é a diversidade de imóveis disponíveis, que pode incluir desde residências até propriedades comerciais e terrenos.

Por fim, os leilões frequentemente oferecem condições de pagamento facilitadas, tornando-se uma alternativa viável e vantajosa para quem busca investir no mercado imobiliário.

Imóveis de leilão

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Investir em imóveis de leilão é uma forma inteligente para obter bons retornos financeiros ou até mesmo adquirir imóveis para uso próprio.

Não é novidade que os imóveis de leilão estão disponíveis a preços muito abaixo de mercado, com oportunidades a partir de 60% e até 50% do valor de avaliação, mas poucas pessoas sabem sobre a possibilidade de parcelamento, financiamento e, também, que existem editais que aceitam entrada de até 5% do valor do imóvel.

Além disso, esse tipo de investimento pode parecer muito complexo e arriscado para quem nunca estudou este mercado, mas com a evolução das formas de realização de leilões e com o surgimento de novas ferramentas no mercado, nos últimos cinco anos estamos vivenciando a consolidação de uma nova era dos leilões imobiliários.

O mercado de leilões vem se aquecendo, principalmente, graças à possibilidade de participação de leilões na modalidade online, a popularização desta nova forma de aquisição via leilões e a disponibilização de cursos que auxiliam um número cada vez maior de pessoas a ingressarem neste mundo das arrematações.

Neste cenário que a Sharx surgiu. Nos últimos quatro anos viemos trabalhando para facilitar a análise, a participação e a gestão das aquisições de imóveis em leilões.

E esse mercado tem muito mais a crescer. Com a implementação de soluções tecnológicas como plataformas online, inteligência artificial, machine learning e big data, os investidores vêm conseguindo identificar as melhores oportunidades, realizar lances de maneira mais eficiente e gerenciar suas aquisições com maior precisão e segurança.

Confira abaixo o porquê deste mercado ser tão promissor!

O Que São Imóveis de Leilão

Antes de compreender o porquê dos imóveis de leilão estarem em alta, é importante compreender as premissas de como funciona um leilão.

Em leilões, bens imóveis são vendidos através de um processo competitivo de lances, conduzido por um leiloeiro público oficial, cadastrado na Junta Comercial do seu estado.

O bem é anunciado em edital público, para que o maior número de pessoas esteja ciente da oferta. O edital deve conter várias informações obrigatórias por lei, como a descrição do imóvel, sua matrícula, seu antigo proprietário e o preço de avaliação.

Em geral, no caso dos leilões judiciais, há dois praceamentos do imóvel: a primeira hasta pública (que deve levar o imóvel a leilão pelo valor mínimo de sua avaliação), e a segunda hasta pública (que pode levar o imóvel a preço até 50% do seu valor de avaliação.

Cada hasta pública terá um valor mínimo de lance, chamado de lance inicial. Os arrematantes interessados se registram no portal do leiloeiro para participar dos lances e, durante o leilão, fazem ofertas cobrindo o preço do lance anterior.

O leilão termina conforme o prazo definido em edital, e a arrematação é concluída em favor daquele que realiza a maior oferta.

O vencedor então possui a obrigação de pagar a comissão do leiloeiro (geralmente 5%) e o valor oferecido a lance. Se o leilão for judicial é lavrado o chamado auto de arrematação, constando os dados do arrematante, o valor do lance vencedor e a comissão a ser paga ao leiloeiro. Após isso, o juiz homologará a arrematação e ordenará a expedição da carta de arrematação, que é o documento oficial levado para registro na matrícula do imóvel.

Se o leilão for extrajudicial, após a conclusão do leilão, a instituição financeira entrará em contato para iniciar os trâmites de escrituração do imóvel para o nome do arrematante.

Com o registro da carta de arrematação ou da escritura de compra e venda, o arrematante se torna o legítimo proprietário do imóvel.

É importante lembrar que o motivo dos leilões é geralmente atrelado à busca pela satisfação de um crédito. Ou seja, alguém não pagou uma dívida e o banco ou o credor realizam o leilão do imóvel para ficar com o dinheiro pago pelo arrematante.

Se houver mais de um credor, via de regra os demais credores terão de se sub-rogar no preço do lance, ou seja, deverão ficar vinculados ao valor que for depositado pelo arrematante para a compra do imóvel. O arrematante não será responsável pelas dívidas do antigo proprietário.

Esse método é adotado pela legislação brasileira para que, a partir de uma concorrência pública entre interessados no imóvel, haja o pagamento do maior valor por aquele imóvel, de modo a não prejudicar o devedor, antigo proprietário. No entanto, não tendo mais pessoas interessadas, é possível que o seu lance, pelo valor mínimo, seja o vencedor.

O Que São Imóveis de Leilão

Quais os principais cuidados ao ingressar no mercado de leilões imobiliários?

Assim como a compra de imóvel na sua forma mais tradicional (via imobiliária ou corretor de imóveis) exige cautela, tanto para averiguar se o preço do imóvel está dentro da prática de mercado, como se há segurança jurídica na aquisição, no leilão também há necessidade de se checar todas as condições da oportunidade.

Para garantir um processo de aquisição mais eficiente, seguro e lucrativo, é recomendável um passo-a-passo de validação da oportunidade e confirmação sobre os principais aspectos que tornam um leilão seguro.

Se você for arrematar sozinho, sem assessoria, é altamente recomendável a realização de algum curso ou estudo aprofundado sobre os leilões, especialmente se sua formação não for jurídica ou você não tenha experiência no mercado de imóveis.

Confira a seguir algumas dicas para se evitar o cometimento dos principais erros nos leilões.

Avaliação

Todo imóvel que é levado a leilão necessita de uma avaliação prévia, por oficial de justiça, avaliador judicial ou um corretor habilitado.

No entanto, essa precificação pode estar defasada ou não representar a realidade de preços praticada no local.

É por isso que, antes de qualquer lance, é necessário garantir que o preço do imóvel está condizente com o mercado. Não raro, há imóveis que estão inclusive sub avaliados, com preços que, naquela região, já subiram. Isso é comum quando o imóvel foi avaliado em uma data em que houve alguma crise (como ocorreu no período da pandemia do COVID-19) ou quando a região está em franca valorização (como imóveis na região litorânea de Santa Catarina, por exemplo).

Regularidade do edital do leilão

Ler, analisar e concluir que o edital do leilão está em conformidade com a legislação não é tarefa fácil. Mas é fundamental que essa atividade seja feita anteriormente à participação do arrematante nos lances.

Mesmo que o antigo proprietário do imóvel esteja em dívida, a legislação brasileira concede uma série de benefícios e salvaguardas jurídicas às pessoas que estão sofrendo com a expropriação de seu patrimônio para pagamento de alguma dívida.

Um dos direitos mais importantes é o direito de ser regularmente intimado.

Os editais devem seguir rigorosas regras, garantindo que todos os proprietários ou co-proprietários tenham sido devidamente intimados das datas dos leilões, tenham tido oportunidade de questionar o valor da avaliação e, especialmente no caso dos leilões extrajudiciais, tenham tinha chance de purgar a mora (pagar a dívida antes que o imóvel seja consolidado em favor do banco e levado a leilão).

Em leilões judiciais, é comum que, após o leilão, o devedor alegue que não sabia do leilão. E, caso isso seja comprovado, o juiz poderá anular o leilão diante da ofensa dos direitos básicos do devedor executado. Confira aqui um exemplo de anulação.

Em leilões extrajudiciais, uma das hipóteses mais comum de anulação de leilão é quando o devedor não é intimado corretamente. E a falta da intimação do devedor já foi considerada pelos tribunais brasileiros como uma irregularidade insanável.

Veja um exemplo de decisão aqui: processo nº 0637084-05.2017.8.04.0001.

Análise da penhora ou consolidação da propriedade

Todo imóvel que vai a leilão passa por várias etapas prévias. Se alguma delas desrespeitar direitos do devedor proprietário, as chances de anulação do leilão são altas.

Por isso que um dos trabalhos de análise de risco de leilões é verificar se a penhora do imóvel foi regular, se houve intimação do devedor a respeito da penhora e se ele teve o direito de se manifestar a esse respeito.

É um passo importante pois, imagine que o proprietário seja casado, o seu cônjuge ou companheiro, caso seja casado no regime de comunhão parcial de bens, pode ter seu direito violado caso o imóvel todo (100%) seja leiloado sem a sua ciência. Por isso uma das etapas da análise da penhora é verificar se todos os co-proprietários foram intimados.

No caso de leilões extrajudiciais, conduzidos por instituições financeiras, uma etapa muito importante é a análise do processo de consolidação da propriedade (pois nestes casos não há penhora). Segundo a Lei 9.514/1997, Lei de Alienação Fiduciária, temos:

Art. 26. Vencida e não paga a dívida, no todo ou em parte, e constituídos em mora o devedor e, se for o caso, o terceiro fiduciante, será consolidada, nos termos deste artigo, a propriedade do imóvel em nome do fiduciário.

(…) § 3º A intimação será feita pessoalmente ao devedor e, se for o caso, ao terceiro fiduciante, que por esse ato serão cientificados de que, se a mora não for purgada no prazo legal, a propriedade será consolidada no patrimônio do credor e o imóvel será levado a leilão nos termos dos arts. 26-A, 27 e 27-A desta Lei, conforme o caso, hipótese em que a intimação poderá ser promovida por solicitação do oficial do registro de imóveis, por oficial de registro de títulos e documentos da comarca da situação do imóvel ou do domicílio de quem deva recebê-la, ou pelo correio, com aviso de recebimento, situação em que se aplica, no que couber, o disposto no art. 160 da Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973 (Lei de Registros Públicos). (Redação dada pela Lei nº 14.711, de 2023)

A consolidação da propriedade é quando o banco, após ter notificado o devedor de acordo com a Lei de Alienação Fiduciária (Lei 9.514/1997), realiza o processo de cancelar a alienação fiduciária (que foi constituída no momento do financiamento), passando o imóvel a ser de integral propriedade da instituição financeira, que a partir deste momento poderá vender o imóvel para terceiros.

Análise da dívida

A origem da dívida é importante para se entender qual legislação é aplicável.

Apesar de os leilões serem “parecidos” (buscar sanar uma dívida com a venda de um imóvel), as regras de intimações, editais, procedimentos de registro são diferentes a depender do contrato que o devedor possuía com seu antigo devedor.

Alguns exemplos de leilão são:

  • Devedor contraiu financiamento e não pagou as parcelas (alienação fiduciária)
  • Devedor não pagou um credor, que ajuizou ação e localizou um imóvel do devedor para levar a leilão
  • Devedor deu um imóvel em garantia a um empréstimo bancário
  • Devedor era fiador de um contrato de locação e seu imóvel foi a leilão por não terem sido encontrados outros bens
  • Devedor não pagou condomínio
  • Devedor não pagou impostos (como IPTU)
  • Devedor fez empréstimo e deu imóvel em garantia em um contrato (hipoteca ou alienação fiduciária)

Após a análise deste histórico, é possível identificar qual a legislação aplicável e fazer um checklist sobre se todos os ritos legais foram devidamente respeitados.

 

Conclusão

Entrar no mundo dos leilões é uma das melhores decisões que qualquer pessoa fazer. Arrematar imóveis é uma das ferramentas que gera maior retorno financeiro e satisfação no processo de construção de patrimônio, especialmente por ter a segurança do mercado imobiliário.

É claro que há várias dúvidas, medos e receios para qualquer pessoa que está ingressando, mas o primeiro passo é se informar, assim como você fez lendo este artigo até aqui.

O segundo passo é escolher corretamente. E a sua primeira escolha pode ser começar ao lado de quem entende, aprendendo a arrematar de forma segura e descomplicada, para depois, ao longo de sua vida, continuar aproveitando das suas conquistas que somente o mundo dos leilões pode proporcionar.

Entre contato e se torne um arrematante Sharx!